Empresário do meio artístico e cultural, atua como produtor audiovisual e produtor de eventos, criando iniciativas que fortalecem a economia criativa. Com vasta experiência no setor privado, sempre esteve envolvido em projetos voltados às demandas da esfera pública. Atualmente, exerce a função de Assessor Técnico de Políticas de Juventude na Prefeitura de Maranguape, onde tem adquirido uma visão estratégica e aprofundada do setor público. Com sólida experiência em gestão de equi [...]
Amparo: Nomeação: 002/2025 - 02/01/2025
Matrícula: 4463
CNPJ: 07.711.666/0001-05
Telefone(s): (85) 3924-6407 - (85) - - Fixo: (85) 3924-6907
E-MAIL: gabinete@palmacia.ce.gov.br
Site oficial: palmacia.ce.gov.br
Horário: DE SEGUNDA A SEXTA -DAS 08:00 AS 12:00 E 13:00 AS 16:00
Endereço: PRAÇA 7 DE SETEMBRO, Nº 635 - CENTRO - CEP: 62.780-000
Nome | Data início | Data fim |
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DENISE CAMPOS MARTINS | 01/11/2017 | 03/12/2019 | |
FRANCISCO JAIRO DOS SANTOS ALVES | 04/01/2021 | 05/04/2024 | |
DENISE CAMPOS MARTINS | 08/04/2024 | 31/12/2024 |
Nome | Data início | Data fim |
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DENISE CAMPOS MARTINS | 01/11/2017 | 31/12/2020 | |
FRANCISCO JAIRO DOS SANTOS ALVES | 04/01/2021 | 31/12/2024 | |
LUCIANO FERREIRA DA SILVA | 04/01/2021 | 31/12/2024 |
Um abraço, um olhar, uma comidinha feita com carinho. Aquela conversa na hora de dormir, um olhar todo especial na hora da brincadeira, do desenho, da leitura de um livro. Afeto, empatia e muita paciência. Diferenciais difíceis de serem oferecidos no atendimento coletivo, por maior que seja o esforço e comprometimento de suas equipes. Diversas pesquisas apontam que a permanência prolongada em abrigos institucionais pode impactar negativamente o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças e adolescentes. Daí a importância do Acolhimento Familiar: oferecer cuidado e proteção em um período de vida em que as crianças e adolescentes mais precisam! E disponibilizar-se a ser ponte: construir um vínculo temporário, mas que deixará marcas permanentes para as crianças e adolescentes, assim como para a família acolhedora. Mas por que fazer parte dessa iniciativa? Além de garantir amor, carinho e apoio emocional a uma criança ou adolescente em situação de risco, esta é uma experiência cheia de aprendizados e transformações para a família também. De muito crescimento, amor, cuidado e comprometimento. Ser família acolhedora é participar ativamente da construção de um futuro melhor. Para todos.
Durante o período de acolhimento, a família acolhedora assume todos os cuidados diários com a criança e/ou adolescente, como: cuidar com amor e afeto, ser responsável pela higiene, educação, saúde, proteção e proporcionar vivências em família e na comunidade. Entre outras coisas, a família será portanto responsável por levar a criança à escola, acompanhar suas atividades escolares, levá-la em consultas médicas, organizar sua rotina, e principalmente, conviver e cuidar dela ou dele diariamente. Ainda que o cuidado diário seja responsabilidade da família acolhedora, o acompanhamento de cada criança e adolescente, seu plano de acolhimento, o contato com a rede e a família de origem são funções da equipe. A relação entre a equipe profissional e a família acolhedora é de corresponsabilidade. A família acolhedora nunca está sozinha e conta com uma rede de cuidado e apoio para que possa oferecer o melhor acolhimento!
As decisões cotidianas são de responsabilidade da família acolhedora, como por exemplo como vai ser a rotina, horários, passeios, combinados com as crianças e/ou adolescentes acolhidas, entre outros. No entanto, os profissionais da equipe precisam saber sobre o que se passa na vida da criança e/ou adolescente, afinal a família acolhedora faz parte do SFA, uma política pública que se faz em parceria. É importante ressaltar que por mais que a família acolhedora tenha um papel fundamental na vida da criança e/ou adolescente e que o afeto e carinho construídos durante o acolhimento sejam para a vida toda, a família acolhedora tem um lugar temporário, não substitui a família de origem e não entra no lugar de uma família por adoção. Por isso, decisões importantes e com efeitos duradouros sobre a vida da criança e/ou adolescente como por exemplo batizar, furar as orelhas, mudanças de escola ou tratamentos médicos não cabem à família acolhedora. Essas decisões são tomadas pela família da criança (de origem, extensa ou por adoção) e pela equipe do SFA. Outro ponto importante é que a família acolhedora deve seguir as orientações da equipe do serviço quanto ao contato com a família de origem, extensa ou por adoção, colaborando com as visitas, os encontros e contatos no geral. Isso não significa que a família acolhedora não estará a par dessas decisões! Todo o trabalho deve ser feito com muita parceria e diálogo, e a equipe do SFA deve sempre escutar sua opinião e comunicar as decisões a respeito da criança e/ou adolescente, assim como sobre o processo de acolhimento e as perspectivas de saída.
Conforme colocado, a relação entre a equipe profissional do SFA e a família acolhedora é de corresponsabilidade. Além de participar de um ciclo de formação inicial, a família tem o acompanhamento próximo da equipe profissional do SFA durante o período de acolhimento por meio de reuniões, visitas e contato constante. As outras famílias acolhedoras também costumam ser uma rede de apoio mútuo, de compartilhamento dos desafios, conquistas e de aprendizagem com as experiências dos membros do grupo. Por fim, muitos municípios garantem um apoio financeiro para a família que acolhe, de modo a subsidiar as despesas realizadas com a criança ou adolescente acolhida.
Horário de funcionameento é de Segunda-feira a Sexta-feira de 08h às 12 e 13h ás 17h.